O CoguLi une produção de shimeji e hospitalidade em uma estrutura sustentável feita de taipa e bambu. O casal Ligiane e Reginaldo criou o espaço após se encantar pela cultura da Ilha do Bororé.
Além da produção fungicultora, o local funciona como hostel e área para camping, oferecendo imersão total na natureza. Os visitantes podem degustar pratos onde os cogumelos são os protagonistas.
A umidade natural da represa Billings é utilizada de forma inteligente para favorecer o crescimento dos shimejis. O espaço é um exemplo de arquitetura vernacular e produção associada ao turismo.
O empreendimento integra o programa “Vitrine do Polo”, vendendo antepastos e conservas de cogumelos artesanais. É um destino buscado por quem procura paz e gastronomia alternativa.