Onde a metrópole encontra a natureza selvagem
O Polo de Ecoturismo de São Paulo é uma política pública municipal que reconhece e valoriza as regiões da capital com forte presença de patrimônio natural, áreas rurais, comunidades tradicionais e potencial para o turismo responsável.
"Um território que abriga as últimas remanescentes de Mata Atlântica e as águas que abastecem milhões de paulistanos."
Criado para fomentar o desenvolvimento sustentável, o Polo une conservação ambiental, agricultura familiar, lazer e cultura, transformando o Sul Profundo em um destino de referência internacional.
O Polo de Ecoturismo não é um bloco único; ele é composto por sete regiões ou circuitos territoriais, cada um com sua identidade e vocação específica. A ACOPOLO atua de forma integrada em todos eles:
Porta de entrada, com forte produção orgânica e o PNM Jaceguava.
O centro comercial e histórico do Polo, sede da estátua de Maria Carolina de Jesus.
O destino da aventura, banhado pelo Rio Capivari, o mais limpo da cidade.
Região de transição rural e conexão com o Parque Estadual da Serra do Mar.
Uma península cercada pelas águas da Represa Billings, acessível por balsa.
Território de resistência e natureza preservada, abrigando a TI Tenondé Porã.
Região de imigração alemã e patrimônio histórico como o Cemitério de Colônia.
O território do Polo é protegido por duas grandes Áreas de Proteção Ambiental: a APA Capivari-Monos e a APA Bororé-Colônia. Dentro deste ecossistema, destacam-se importantes Unidades de Conservação como os Parques Naturais Municipais Jaceguava, Varginha, Itaim e Bororé.
cACHOEIRA DO SAGUI
PESM curucutu
Um dos maiores tesouros do Polo é a Cratera de Colônia, uma depressão geológica formada pelo impacto de um meteorito há milhões de anos. Com cerca de 3,6 km de diâmetro, ela é o cenário onde se localiza nossa sede institucional e o fundamento do projeto “Minha Casa é uma Cratera”, conectando ciência, turismo e o sentimento de pertencimento dos moradores locais.