
Coletivo Bicho do Mato
Atua com turismo, território, história e fé, contribuindo para a valorização da cultura, da natureza e das comunidades do extremo sul de São Paulo.


Coletivo Bicho do Mato
Atua com turismo, território, história e fé, contribuindo para a valorização da cultura, da natureza e das comunidades do extremo sul de São Paulo.

Coletivo Bicho do Mato
Jefferson Pedrozo construiu sua trajetória conectando território, turismo, história, fé e desenvolvimento local, com atuação voltada à valorização do extremo sul de São Paulo e ao fortalecimento das iniciativas que nascem e se desenvolvem a partir do próprio território.
É um dos idealizadores do Caminho Marcha da Fé – Milagre da Santa Cruz de Parelheiros, iniciativa que integra peregrinação, espiritualidade, memória, patrimônio e comunidade. O projeto propõe experiências de conexão com o território e com o sagrado, valorizando histórias, lugares e manifestações que fazem parte da identidade local.
Também é um dos idealizadores da ACOPOLO, onde participa da articulação institucional e do desenvolvimento de projetos relacionados ao turismo, território, formação e fortalecimento da cadeia produtiva local. Sua atuação combina experiência prática no território com coordenação, articulação e governança, contribuindo para aproximar pessoas, empreendedores, organizações e iniciativas em torno de objetivos coletivos.
Apaixonado pela história do povo e em fase final da licenciatura em História, Jefferson dedica parte de sua atuação à pesquisa, preservação e difusão das memórias locais, buscando conectar personagens, acontecimentos e patrimônios históricos — como a trajetória de Amaro de Pontes — à realidade contemporânea das comunidades.
Sua relação com o território também foi construída por meio da vivência direta. Atua desde 2008 como monitor da APA Capivari-Monos, além de atuar como monitor autônomo no Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Curucutu e como guia de turismo. Sua experiência inclui travessias, caminhadas e expedições por diferentes áreas do extremo sul, incluindo a realização integral, a pé, da Trilha Interparques, em um percurso superior a 185 quilômetros.
Jefferson também desenvolve atividades de aproximação e vivência junto às comunidades indígenas da Terra Indígena Tenondé Porã, orientadas pelo respeito, pela escuta e pela valorização da cultura e dos saberes ancestrais.
Sua atuação parte da compreensão de que turismo, governança, memória, cultura e desenvolvimento territorial precisam caminhar juntos. Busca contribuir para um turismo responsável e conectado à realidade local, capaz de valorizar o patrimônio natural e cultural, fortalecer identidades, gerar oportunidades e ampliar o protagonismo das comunidades e dos atores do território.
Mais do que conduzir pessoas por caminhos, sua trajetória está ligada à construção de conexões entre pessoas, lugares, histórias e propósitos, contribuindo para que o território seja conhecido, valorizado e fortalecido por quem vive nele e por quem o visita.
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